Durante a entrevista, Arruda diferenciou as parcerias público-privadas das privatizações. Segundo ele, uma PPP permite a participação do capital privado na construção ou operação de um serviço público, enquanto o bem permanece vinculado ao poder público.
Ao comentar a venda da área de distribuição de energia da CEB, o ex-governador classificou a decisão como criminosa e criticou problemas que, segundo seu relato, atingem consumidores do Distrito Federal, como demora para aumento de carga, falhas de iluminação e procedimentos de cobrança.
Arruda afirmou ainda que pretende contratar uma auditoria internacional independente para avaliar a qualidade dos serviços prestados pela Neoenergia Brasília e verificar se as condições assumidas no processo de privatização estão sendo cumpridas.
Segundo o entrevistado, caso a auditoria encontre falhas com fundamento jurídico, ele pretende recorrer à Justiça para tentar rever a privatização.
As críticas, propostas e avaliações apresentadas nesta matéria são declarações de José Roberto Arruda registradas no vídeo. A publicação não confirma de forma independente as alegações sobre o processo de privatização ou a qualidade dos serviços.